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ReVendo

...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo.

Ano III - número 008

Produzido por Lúcio Cesar Menezes

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              Papai, por que vocês vão tanto ao cinema?!

               Lúcio César Menezes

       

 

 

Larissa me saiu com essa pergunta durante a semana que passou. Foi de bate-pronto, na hora, sem dar tempo para muita elaboração.

Foi bom, pois pudemos atualizar com os filhos um conceito que tem sido muito útil para o  nosso relacionamento: o dia do namoro.

A manutenção de um clima agradável na relação é importante para evitar que as pressões naturais da vida interfiram negativamente.

Larissa, respondi, quando a gente casa é preciso continuar namorando pra que todo mundo fique alegre em casa. Quando os pais namoram, os filhos são abençoados com a paz e a alegria que reina em casa.

Ela deu uma risada e saiu para brincar de novo.

Mas, será que namorar faz realmente bem? Veja alguns indicativos:

  1. namorando, vemos e sentimos melhor o outro: o desejo de agradar o outro nos deixa mais ligados, mais atentos. Ver as qualidades fica mais fácil e o elogio mais natural.

  2. namorando, ficamos com o lado emocional mais forte: o toque, os beijos, os elogios e a troca de olhares funciona como depósitos em uma conta bancária emocional imaginária. Quanto mais créditos, mais fácil lidar com o estresse, com as falhas eventuais e com a indelicadeza ou esquecimento (funcionam como saques).

  3. namorando, o diálogo fica mais fácil: o namoro ajuda a ficar de bem com a vida, relaxa, tranqüiliza. A conversa se torna mais fácil, menos defensiva. É possível abrir o coração sabendo que vai encontrar no outro apoio e respeito.

  4. namorando, a rotina não se estabelece: a rotina leva à menor sensibilidade. Começa-se a viver no "piloto automático". Vira uma relação vazia, sem relacionamento, sem troca, sem contato. Um casamento árido e sem vida.

Os momentos mais complicados que já passamos como casal foi em fases que nos descuidamos de namorar. Fomos nos afastando, nos isolando, vivendo em mundos distintos, apenas "hospedados" na mesma casa.

Namorar tem sido uma forma eficiente de aproximação e fortalecimento.

Em tempo: cinema é apenas uma das muitas possibilidades de namoro. Seja criativo e aproveite!


                       Liderança                    

Tem que fazer? Faça bem  feito!!

Lúcio César Menezes

 

Hoje fiz um favor e acabei ficando um pouco chateado. Digo um pouco, pois enquanto dirigia para o trabalho aproveitei-me da situação para tirar algumas lições.

Fui entregar uma encomenda. O local da entrega está em reforma e o estacionamento está quase todo isolado. Como já estava em cima da minha hora de entrar no trabalho, liguei para a funcionária e pedi que me esperasse embaixo, evitando que eu tivesse que procurar um lugar para estacionar. Combinei que estaria no local em dez minutos. Tudo combinado, cheguei e não vi ninguém! Esperei mais uns cinco minutos e, tratei de procurar um lugar para estacionar. Tive que sair do carro e ir até um interfone para avisar que já estava esperando. Eram mais de 20 minutos de atraso! Quase de imediato a funcionária chega correndo e se desculpando...

Pois é, se você tivesse que avaliar o serviço da funcionária que impressões ficariam?

Não pense que estou propondo uma atitude de "tolerância zero", mas você deve concordar que o serviço foi muito ruim e intempestivo.

O resultado, no exemplo dado, é que fiz um favor e saí aborrecido com a falta de consideração demonstrada.

            O fato de chegar depois correndo e se desculpando não ajuda em nada, até pode piorar. O certo teria sido cumprir o combinado.

            Numa organização em que as áreas são interdependentes situações assim podem acontecer com freqüência. Se cada área cumprir com seu papel no tempo certo e da forma correta há benefício para todos.

Quando uma das partes não se preocupa com as necessidades dos outros, as possibilidades de problemas de relacionamento aumentam significativamente.

Por exemplo. Reunião programada para  20h, no auditório, com utilização de som e projetor multimídia. A Área de Comunicação é avisada com antecedência devida. Às 20h ainda estão sendo testados os microfones e o aparelho multimídia. A reunião começa com 20 minutos de atraso.

Qual a avaliação do serviço da Área de Comunicação? Atendeu às expectativas? Foi tempestivo? Produziu alegria e satisfação nos responsáveis pela reunião? O interessante é que todo o trabalho feito sofrerá as conseqüências do atraso. Ou seja, todo seu esforço não será reconhecido, pois ficará patente a percepção de que você "atrasou" a reunião.

Outro exemplo. Aula programada para uma determinada sala. Ao chegar, o professor encontra a sala trancada e sem estar arrumada. Corre-se de um lado para o outro, chama-se porteiro, zelador, segurança, mexe com todo mundo até que a sala é aberta. Os alunos estão esperando e vendo a movimentação.

A correria que "resolve" o problema à última hora não pode ser considerado um bom serviço. Na verdade, é sintoma de algo não está bem.

Agora, pare um pouco e pense nas vezes em que você (e sua equipe) agiram assim. Quantas vezes outras áreas foram prejudicadas por falha sua?

Se você está encarregado de prestar algum serviço a outros, faça-o com presteza e com qualidade. Certifique-se de que, no que depender de você, não haverá problemas.

As possibilidades de alguma coisa não dar certo também devem ser previstas:

§         Há pilhas sobressalentes para os microfones?

§         Há luz reserva para o retroprojetor?

§         Há giz suficiente? As canetas estão disponíveis?

§         Há cópias sobrando?

§         As pessoas que vão trabalhar confirmaram presença?

Faça o que estiver ao seu alcance para que tudo dê certo e cuide para não atrapalhar o trabalho dos outros por falta de planejamento seu.


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