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ReVendo

...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo.

Ano III - número 010

Produzido por Lúcio Cesar Menezes

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                         Família                       

       Dificuldades X crescimento

Lúcio César Menezes

       

 

Em qualquer tipo de relacionamento haverá dificuldades. Sempre que duas pessoas começarem a se relacionar há um forte potencial para o conflito.

A família não está isenta de problemas. Como qualquer outra instituição, passa por necessários ajustes para poder crescer e se fortalecer. Algumas famílias conseguem lidar com os problemas de forma positiva. Outras, infelizmente, vêem sonhos e projetos desmoronarem diante das pressões a que são submetidos.

Os conflitos resultantes das diferenças de opinião, de valores e de interesses não apresentam apenas pontos negativos. É claro que todos prefeririam viver sem confrontações, sem necessidade de disputar espaços ou poder. No entanto, uma abordagem adequada do conflito pode ajudar em muito o crescimento da família.

São pontos positivos, entre outros, dos conflitos:

No momento em que se consegue visualizar as vantagens decorrentes de uma abordagem saudável das dificuldades, a opção bastante comum de fuga e ausência passa a ser pouco interessante.

Evitar as questões difíceis não traz nenhum benefício, a não ser a ilusão de um alívio imediato e fugaz.

O crescimento que a família pode esperar na qualidade do relacionamento não está ligada apenas às dificuldades, mas à forma como os problemas serão enfrentados.

Os que tiverem uma visão mais positiva e motivada das dificuldades encontrarão mais facilidade para resolvê-las e para fortalecer os laços familiares.

Nem sempre a família sabe lidar com os conflitos de forma madura e saudável. Às vezes os resultados são bem ruins, chegando a ser desagregadores. Ficam no ar sentimentos de frustração, desmotivação, raiva, medo, sensação de injustiça, tristeza e humilhação.

Em tais casos, não há dúvida que os laços familiares estão se esgarçando diante das pressões e da inabilidade de lidar com elas.

Na prática, é preciso avaliar se sua família está lidando adequadamente com o conflito. Afinal, não deve haver o interesse em ganhar discussões e perder a harmonia familiar.

Um conflito só terá sido útil (os pontos positivos foram alcançados) se:

  1. Se você se relacionar melhor com os outros depois

  2. Se os envolvidos se sentirem confortáveis em relação uns aos outros após as discussões

  3. Se os envolvidos ficarem satisfeitos com as soluções encontradas

  4. Se você tiver crescido de forma a saber melhor como lidar com outros conflitos no futuro

  5. Se todos se sentirem ouvidos e valorizados

As dificuldades contribuirão para o crescimento familiar quando a ênfase for retirada do interesse pessoal em defender posições ou ganhar discussões e focalizar na valorização do outro, no bem estar de todos.


                       Liderança                    

Que tal um sorrisso?!

Lúcio César Menezes

 Provérbios 17: 22 O coração alegre serve de bom remédio; mas o espírito abatido seca os ossos.

As famílias que cultivam o bom humor (alegria de coração) tendem a viver melhor. Valorizam os relacionamentos e são menos críticas para com as limitações de seus membros.

A postura alegre e bem humorada torna mais fácil lidar com as crises e as situações estressantes da vida. Os problemas não são acrescidos com os sentimentos de amargura, frustração ou desânimo.

O bom humor pode ser definido como uma disposição para rir, vendo os fatos de forma mais positiva que negativa. Na famosa ilustração sobre o otimista e o pessimista que estão diante de um copo com água até a metade, o otimista dirá: o copo está quase cheio. Pessoas de mau humor são, naturalmente, mais pessimistas. Vêem os fatos de forma cinzenta, triste e sem graça.

Estudiosos listam algumas razões para que as famílias cultivem um ambiente de alegria e bom humor:

Um coração alegre contribui significativamente para melhorar a vida familiar. Atua, conforme a sabedoria bíblica já ensinava há muitos anos, como um remédio para as doenças da alma. Ao contrário, famílias onde impera o mau humor há abundância de frustração, de amargura, de tristeza e de falta de amor.

Aproveite para cultivar a alegria e o bom humor em sua família e colha os frutos positivos de uma decisão inteligente.

Mas não é apenas a família que pode se beneficiar de uma liderança alegre e bem humorada.

O mesmo princípio se aplica ao exercício da liderança em outras áreas da vida, seja eclesiástica ou não.

É freqüente a presença de líderes rabugentos, brigões, incapazes de respeitar os subordinados, agressivos e injustos.

A situação é tão grave que já se fala no assédio moral, situação em que o chefe cria constrangimentos ao subordinado a ponto de causar danos morais e físicos.

Trabalhar em lugares onde a comunicação é marcada pela tensão e pela agressividade é ruim e afeta a produtividade, embota a criatividade e prejudica a motivação. O contato com as pessoas com que se compartilha o tempo de trabalho não deve ser motivo de tristeza ou de angústia. Ao contrário, compete ao líder estimular a cooperação, o espírito de equipe e a noção de solidariedade.

É bom avaliar a forma como se lidera e corrigir as distorções. Afinal, não é pela raiva ou pelo temor que se alcança o respeito e a cooperação dos liderados.

Pesquisa retirada de texto produzido por The Clemson University Cooperative Extension Service. Department of Youth and Family. Feb. 1997.


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