Fator credibilidade
Posições de liderança são desafiadoras para os que as buscam. Estar à frente, influenciar pessoas, motivá-las, buscar novas perspectivas e comunicá-las aos seguidores são alguns dos desafios encontrados.
Na ambiente eclesiástico há alguns aspectos que se destacam no exercício da liderança e que são importantes para o sucesso do ministério.
O primeiro critério é o da credibilidade. Os exemplos freqüentes de líderes que falham quando avaliados sob este critério, têm criado forte desconfiança de todos os que se colocam à frente de determinada comunidade.
Estar à frente tem sido associado com segundas intenções, interesses pessoais, desejo de poder, ambição e, em alguns casos, falta de escrúpulos e corrupção.
Penso que a visão ruim que tem sido passada às pessoas quanto ao exercício da liderança deve, em vez de desanimar os que são chamados, motivá-los a contribuir para sua valorização e respeito. Normalmente, só estamos sendo liderados por alguém incompetente em razão de não desejarmos nos envolver.
O exemplo de vida é a base da credibilidade a coerência entre o discurso e a prática confirma que o líder é sério. Como tem credibilidade, o líder eficaz merece confiança e é seguido.
A forma prática de medir a credibilidade é o teste do serviço. O líder maduro primeiro serve e depois lidera. A marca de sua liderança pode ser vista no exemplo. Fica cada vez mais claro que o serviço deve preceder a liderança, sob pena de termos como resultado uma liderança dominadora, ditatorial, controladora, autoritária e egoísta.
De outro lado, pode-se avaliar a credibilidade dos que lideram observando se determinados valores fazem parte do seu caráter.
Com o que vimos até aqui já é possível avaliar em que ponto da liderança estamos. Líderes com credibilidade podem mudar para melhor a vida da família, da igreja e da sociedade.
Melhor que nos contentarmos com liderança medíocres é investirmos em líderes dignos de confiança.