ReVendo

"...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo..."

Número 016, 22 de março de 2001

Lúcio César Menezes

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Conteúdo

Família

Liderança


Família

Recentemente li um breve artigo de Carwin Dover, da Intentional Partnershhip, relacionando as dez mais importantes razões para continuar namorando seu cônjuge.

Vejamos quais são:

1.      O relacionamento conjugal é dinâmico: vocês estão vivos e se modificando a cada momento. Precisam ser estimulados e alimentados para permanecerem vivos.

2.      Há sempre algo novo sobre seu cônjuge: o namoro é a melhor forma de criar um ambiente agradável, capaz de estimular o cônjuge a se abrir e falar sobre suas  "novas" necessidades.

3.      Investir no futuro: igual a contas de poupança, é mais fácil ir adicionando pequenos valores a uma conta já existente e vê-la crescer do que começar uma nova do zero.

4.      Vocês casaram porque namoraram! Esta é uma razão bastante simples para justificar a idéia de que para permanecer casado é importante namorar.

5.      O casamento pode ser comparado a um jogo de pneus: claro que durante o uso acontecerão desgastes, impactos e sofrimentos. Mas o namoro serve para manter o alinhamento, o balanceamento e a pressão correta. Bem feito, o namoro pode garantir uma vida bastante longa ao relacionamento.

6.      É uma oportunidade para aperfeiçoar o foco:  a rotina tende a nos distrair a ponto de não ficar ligados nas necessidades do cônjuge. Namorar ajuda a concentrar o foco e colocar o parceiro como o primeiro na lista de prioridades.

7.      Lembrar dos "velhos" tempos: abre espaço para lembranças dos bons momentos.

8.      Cria o futuro: um namoro bem planejado cria um ambiente favorável e ajuda a criar expectativa favorável no parceiro para novos encontros.

9.      Rir é o melhor remédio: rir juntos cria uma cumplicidade que será útil quando chegar o momento de chorar juntos.

10.  Lembre do seu cônjuge - diga Eu Te Amo! Há muitas formas de dizer eu te amo - um namoro bem feito é uma das melhores formas!

 

Idéias simples e, muitas delas, já bem conhecidas de todos nós. Não custa lembrar e colocar em prática o que já anda meio esquecido.

Que o próximo fim de semana seja o mais romântico dos últimos meses!

Liderança

O desenvolvimento da liderança deve superar barreiras institucionais. Superadas as barreiras pessoais que muitas vezes retardam o fortalecimento do líder, há que se enfrentar questões relacionadas à forma como o ambiente, seja eclesiástico ou de trabalho, se organiza e funciona.

Frances Hesselbein alinha algumas idéias a respeito. Vejamos o que ela destaca:

  1. Um estrutura rigidamente hierarquizada pode levar as pessoas a um imobilismo exagerado.
  2. Uma cultura de valorizar a mediocridade, recompensando os que não se arriscam fazendo tudo sempre da mesma maneira.
  3. O hábito de, em vez de enfrentar os problemas, "matar o mensageiro". Em outras palavras, há organizações que intimidam os que percebem problemas e resolvem discuti-los buscando uma solução. Pensam que se os problemas não forem levantados não existirão.
  4. Linhas de responsabilidade não bem definidas.
  5. Dificuldade em estimular a diversidade de pensamento e visão de mundo. Uma organização com dirigentes proibidos de pensar diferente ou ousar não vai muito longe.
  6. Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço. Ambientes em que os líderes não dão exemplo comprometem a seriedade da organização.
  7. Falta de um plano organizado de treinamento para a sucessão de posições importantes. É comum a organização não saber o que fazer quando um líder mais antigo se afasta. O ideal é ir preparando os sucessores para evitar traumas e insegurança.

Vale uma pergunta: onde sua organização (igreja/trabalho) se encontra em relação aos pontos levantados? E você, enquanto líder, onde pode contribuir para melhorar seu ambiente?


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Várias opções interessantes para leituras de ótimo conteúdo cristão.


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