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ReVendo

"...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo..."

Número 020, 19 de abril de 2001

Lúcio César Menezes

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Conteúdo

Família

Liderança


Família

Qual a importância de criar filhos?

Ao ex-presidente George Bush foi perguntado: qual a sua maior conquista?

Ele, um homem de grande conquistas, poderia ter mencionado a bem sucedida Operação Tempestade do Deserto, dois mandatos de vice-presidente no governo Ronald Reagan, seus anos de embaixador na China ou sua liderança na CIA. Entretanto, sua resposta foi: "minha maior conquista é que meus filhos ainda vêm me ver e estar comigo".

George Bush tem, obviamente, suas prioridades em ordem. Quando a poeira baixar e tudo que devia ter sido feito ou falado na vida já tiver acontecido, restará a sua família. Por esta razão, é importante percebermos quão precioso privilégio é ter filhos.

I. Filhos são presentes (salmo 127:3-5)

A palavra "herança" neste versículo poderia ser traduzida como "um presente". Nossos filhos não são para serem moldados à nossa imagem. Ao contrário, devemos fazer o possível para moldá-los à imagem de Deus. Não nos pertencem para serem guardados, mas para serem preparados. Não devemos ensiná-los a serem dependentes de nós para o resto da vida, mas, isto sim, para serem independentes e, especialmente, dependentes de Deus.

Sociólogos da Havard University (Eleanor Glueek) desenvolveram um teste (com 90% de acurácia) para determinar se crianças entre cinco e seis anos poderiam se tornar deliqüentes no futuro. Descobriram que há quatro fatores primários necessários para prevenir a deliqüência:

#1. A disciplina firme, justa e consistente do pai.
#2. A supervisão e companheirismo da mãe durante o dia.
#3. Demonstração de afeto entre os pais e para com as crianças.
#4. A família investir tempo em atividades em que todos participam.
Tragicamente, na atual cultura focalizada nos interesses individuais, estes fatores estão se perdendo na dinâmica da vida familiar. Em vez de serem vistos como presentes, os filhos são considerados uma "inconveniência". Ser pai é percebido como um fardo e não como uma bênção. 

Já há agora mais jornais seculares discutindo se não teria falhado a grande "experiência social" dos anos sessenta até os dias atuais, onde a sociedade buscou eliminar a idéia tradicional de família, já se questionando até se seria inteligente a idéia de pai e mãe trabalharem fora deixando os filhos em creches ou com empregadas.

A sociedade acabará por descobrir o que a Bíblia vem dizendo há séculos: as crianças precisam dos pais. Precisam de seu constante ensino, encorajamento, disciplina e liderança. Elas podem resistir algumas vezes, mas agradecerão no futuro.

Greg Laurie

Traduzido por LM


Liderança

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    Rosabeth Moss Kanter"A mudança é uma tarefa árdua e, no princípio, tudo parece um fracasso. Mas, se desistir quando os problemas se acumulam e os recursos, energia e tempo começam a escassear, então, sim, será mesmo um fracasso. O líder da mudança deve ser persistente. "


    A s sete qualidades de um líder. Os negócios são a última monarquia, em que os reis estão muito cientes do seu poder e não executam nada. As pessoas que teoricamente têm o poder não conseguem liderar a mudança se  não o partilharem com a organização. Mas, diariamente os líderes enfrentam a dificuldade de conseguir levar as pessoas a fazerem o que consideram que deve ser feito.

    Para que a organização acompanhe a mudança, os líderes devem dominar sete capacidades essenciais:

  • Olhar para além das suas fronteiras para descobrir o que de diferente pode ser feito. Demasiadas organizações avaliam-se por comparação com o seu desempenho no passado ou com o desempenho atual da concorrência. Os líderes da mudança estão, antes, na senda de um padrão de excelência. Nas suas empresas há uma insatisfação permanente que é o motor da procura de melhores formas de fazer as coisas, melhorando o fosso entre o que fazem e o que poderiam fazer;
  • Desafiar as assunções. Os novos líderes da mudança procuram descobrir novas vias. O seu pensamento é como um caleidoscópio: juntam os mesmos fragmentos de forma diferente para dar origem a novos padrões, a algo inovador. Foi o que fez Fred Smith ao lançar a Federal Express; ou a Intel, que inovou também no marketing, conseguindo fazer com que um componente (o processador) seja mais importante do que o próprio computador, com a campanha "Intel inside";
  • Visão. Martin Luther King, um bom exemplo de liderança, apregoava: "Eu tenho um sonho", não dizia: "Tenho algumas idéias, podemos formar um comitê, estudá-las e ver se resulta em algo." Moisés conduziu o seu povo pelo deserto durante 40 anos porque tinha uma visão, uma terra prometida para lhes oferecer. A visão ajuda a ultrapassar as dificuldades e dá um retrato geral de onde a organização quer estar no futuro;
  • Reunir aliados. A importância de formar uma coligação de apoiadores é óbvia e confirmada pelas pesquisas: as organizações que implementam as idéias mais rapidamente são as que envolvem todas as entidades que têm interesse na empresa (empregados, clientes, fornecedores, acionistas) o mais cedo possível. Mas este é também um dos aspectos mais negligenciados pelos líderes;
  • Criar uma equipe. O papel do líder é apoiar a equipe de entusiastas, sendo um fiscal de linha e não um treinador. Deve lutar junto do resto da organização para conseguir os recursos - espaço, informação e recursos materiais - para que a equipe possa desenvolver o seu trabalho;
  • Persistir e insistir. A mudança é uma tarefa árdua e, no princípio, tudo parece um fracasso. Mas se desistir quando os problemas se acumulam e os recursos, energia e tempo começam a escassear, então será mesmo um fracasso. Se persistir será um sucesso. A Philips, por exemplo, desenvolveu o compact disc antes da Sony, mas desistiu desse produto precocemente. E quem ganhou com isso foi a Sony.
    Nesta fase, a coligação de apoiadores, perseverante, pode desempenhar um papel importante. É nesta altura que os críticos atuam - até agora eles acalentavam a esperança de que a idéia não passasse de palavras;
  • Partilhar os méritos. Mesmo que a idéia inicial fosse sua, o líder da mudança reparte os créditos. As pessoas precisam de saber que são reconhecidas.
    Rosabeth Moss Kanter é professora na Harvard Business School, consultora de multinacionais e autora de Rosabeth Moss Kanter on the Frontiers of Management.

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