ReVendo
"...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo..."
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Número 023, 10 de maio de 2001 |
Lúcio César Menezes |
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Conteúdo Família Liderança Família O ESTRESSE E A
FAMÍLIA O
estresse é definido como um conjunto de reações do organismo à
agressões de ordem física, psíquica, infecciosa
e outras, capazes de perturbar-lhe a homeostase
( equilíbrio/estabilidade). Não
há dúvida que o estresse acarreta uma reação fisiológica de impacto
em nosso corpo: altera a respiração, os batimentos cardíacos, o
consumo de oxigênio e todo o nosso bem estar. Por
mais incrível que possa parecer, o estresse vem se tornando parte de
nossas atribuladas vidas e alguns de nós já começamos a nos
acostumarmos a ele... As
fontes de estresse são muitas e variadas. Podem ser transitórias
ou pertencer ao ciclo de mudanças naturais da vida como divórcio,
por exemplo, ou a perda de um ente querido. Também estão ligadas a causas
externas como trabalho e escola ou à conflitos pessoais
como timidez e solidão. A
maneira de lidar com o estresse varia amplamente de indivíduo para
indivíduo e depende de fatores como: -
vulnerabilidade - há pessoas mais resistentes à
frustração sendo, portanto, menos vulneráveis a
serem atingidas e outras com baixa resistência à frustração o
que as torna facilmente fragilizadas . -
recursos de colaboração - se há uma disponibilidade de
ajuda no núcleo familiar, entre amigos, colegas de trabalho ou escola,
a superação do problema é alcançada com maior facilidade. -
flexibilidade – pessoas mais rígidas tendem a estressar-se com
mais freqüência do que aquelas com maior capacidade de adaptação à
situações novas, por exemplo. -
capacidade de recuperação – algumas pessoas permanecem
mais tempo no estado de sofrimento pela dificuldade em obter recursos próprios
que as levem a sair da situação dolorosa e estressante a que estão
expostas. A
predisposição genética para a ansiedade e também fatores familiares
muito contribuem para o estresse e precisam ser levados em consideração.
Observamos dinâmicas familiares onde seus membros ora agem de forma
a amenizar os fatores de estresse, ora exacerbam os mesmos fatores.
Quem
de nós já não conviveu com uma família estressada onde qualquer
situação banal é dramatizada ao extremo por todos? E onde um simples
episódio transforma-se logo em gritaria ou drama, paralisando a todos e
acabando por contagiar a quem esteja por perto? E
quantas famílias, também já assistimos, que conseguem driblar,
contornar e tranqüilizar a todos a sua volta diante da experiência de
uma situação pesada ou difícil? Observando
a maneira como algumas famílias se unem em torno de uma meta
comum para expulsar o estresse para fora de suas vidas é que
podemos constatar como elas podem ser engenhosas em fabricar soluções
para amenizar o impacto que o estresse causa. Uma família bem estruturada ensina-nos, desde pequenos, a usar nossos recursos internos e nossa energia da melhor forma possível para encarar e contornar uma simples tarefa de dever de casa até a entrevista para o nosso primeiro emprego. São famílias constituídas por pais e avós acolhedores e sábios que preservam os velhos hábitos de férias familiares, jantares em comum, participação ativa nas conquistas e dores que atingem a cada um. Liderança Os
que estão sob sua liderança estão de olhos fixos em sua atitude e
comportamento. A coerência de suas palavras e promessas com o modo de
agir será decisiva para que os liderados mantenham o respeito por você.
Funciona assim nas empresas e na Igreja. Se
as pessoas perceberem que você é um líder confiável elas seguirão
seus passos e estarão motivadas ao trabalho. Sendo
assim, há algumas decisões que ajudarão a estabelecer um clima de
confiança entre o líder e seu grupo: 1.
Seja um profissional que respeita a organização, dá
o seu melhor , trabalha se forma não egoísta e não se importa de
servir às pessoas. 2.
Valorize e desenvolva qualidades de caráter que andam fazendo
falta nos dias de hoje como, por exemplo: honestidade, compromisso, ética,
integridade, coragem e criatividade. 3.
Conheça seus pontos fortes e fracos, saiba até onde pode ir,
esteja atento aos seus limites físicos e emocionais. 4.
Preocupe-se com as pessoas. Aprenda sobre o nível de estresse
que cada um pode suportar, descubras quais as dificuldades dos seus
comandados e envolva-se na melhor forma de resolver. Há
momentos na liderança que não basta tomar decisões corretas - é
preciso levar em consideração as necessidades das pessoas envolvidas.
Por isso, nada melhor que conhecer com profundidade as pessoas com quem
se trabalha para não criar, por descuido, um clima de tensão. Invista
na sua liderança aprendendo formas novas e mais eficazes de atingir
seus objetivos e da organização, ajudando os liderados a desenvolverem
e a se sentirem valorizados. Lúcio
Cesar Menezes Link interessante Página cristã com estudos bem elaborados para
estudo e crescimento pessoal. Interessante para professores de EBD, mas
muito útil para qualquer pessoa interessada em aprender. |