ReVendo

"...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo..."

Número 023, 10 de maio de 2001

Lúcio César Menezes

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Família

Liderança


Família

O ESTRESSE E A FAMÍLIA
ELISABETH NOËL RIBEIRO

O estresse é definido como um conjunto de reações do organismo à agressões de ordem física, psíquica, infecciosa        e outras, capazes de perturbar-lhe a homeostase                        ( equilíbrio/estabilidade).

Não há dúvida que o estresse acarreta uma reação fisiológica de impacto em nosso corpo: altera a respiração, os batimentos cardíacos, o consumo de oxigênio e todo o nosso bem estar.

Por  mais incrível que possa parecer, o estresse vem se tornando parte de nossas atribuladas vidas e alguns de nós já começamos a nos acostumarmos a ele...
Em pequenas doses, pode vir a ser algo positivo na medida em que ajuda-nos a ficar mais alertas e a potencializar a memória. Entretanto, situações prolongadas de estresse ou mesmo o estresse crônico podem acarretar sérios e irreversíveis danos à nossa saúde, às funções cognitivas e, principalmente ao espírito!

As fontes de estresse são muitas e variadas. Podem ser transitórias ou pertencer ao ciclo de mudanças naturais da vida como divórcio, por exemplo, ou a perda de um ente querido. Também estão ligadas a causas externas como trabalho e escola ou à conflitos  pessoais como timidez e solidão.  

A maneira de lidar com o estresse varia amplamente de indivíduo para indivíduo e depende de fatores como:

- vulnerabilidade  -  há pessoas mais resistentes à frustração sendo, portanto, menos vulneráveis a       serem atingidas  e outras com baixa resistência à frustração o que as torna facilmente fragilizadas .

- recursos de colaboração  - se há uma disponibilidade de ajuda no núcleo familiar, entre amigos, colegas de trabalho ou escola, a superação do problema é alcançada com maior facilidade.

- flexibilidade – pessoas mais rígidas tendem a estressar-se com mais freqüência do que aquelas com maior capacidade de adaptação à situações novas, por exemplo.

- capacidade de recuperação – algumas pessoas permanecem  mais tempo no estado de sofrimento pela dificuldade em obter recursos próprios que as levem a sair da situação dolorosa e estressante a que estão expostas.  

A predisposição genética para a ansiedade e também fatores familiares muito contribuem para o estresse e precisam ser levados em consideração. Observamos dinâmicas familiares onde seus membros ora agem de forma  a amenizar os fatores de estresse, ora exacerbam os mesmos fatores.  

Quem de nós já não conviveu com uma família estressada onde qualquer situação banal é dramatizada ao extremo por todos? E onde um simples episódio transforma-se logo em gritaria ou drama, paralisando a todos e acabando por contagiar a quem esteja por perto?

E quantas famílias, também já assistimos, que conseguem driblar, contornar e tranqüilizar a todos a sua volta diante da experiência de uma situação pesada ou difícil?  

Observando a maneira como algumas famílias se unem  em torno de uma meta comum para expulsar  o estresse para fora de suas vidas é que podemos constatar como elas podem ser engenhosas em fabricar soluções para amenizar o impacto que o estresse causa.

Uma família bem estruturada ensina-nos, desde pequenos, a usar nossos recursos internos e nossa energia da melhor forma possível para encarar e contornar uma simples tarefa de dever de casa até a entrevista para o nosso primeiro emprego. São famílias constituídas por pais e avós acolhedores e sábios que preservam os velhos hábitos de férias familiares, jantares em comum, participação ativa nas conquistas e dores que atingem a cada um.


Liderança

Os que estão sob sua liderança estão de olhos fixos em sua atitude e comportamento. A coerência de suas palavras e promessas com o modo de agir será decisiva para que os liderados mantenham o respeito por você. Funciona assim nas empresas e na Igreja.

Se as pessoas perceberem que você é um líder confiável elas seguirão seus passos e estarão motivadas ao trabalho.

Sendo assim, há algumas decisões que ajudarão a estabelecer um clima de confiança entre o líder e seu grupo:

1. Seja um profissional que respeita a organização, dá o seu melhor , trabalha se forma não egoísta e não se importa de servir às pessoas.

2. Valorize e desenvolva qualidades de caráter que andam fazendo falta nos dias de hoje como, por exemplo: honestidade, compromisso, ética, integridade, coragem e criatividade.

3.  Conheça seus pontos fortes e fracos, saiba até onde pode ir, esteja atento aos seus limites físicos e emocionais.

4.  Preocupe-se com as pessoas. Aprenda sobre o nível de estresse que cada um pode suportar, descubras quais as dificuldades dos seus comandados e envolva-se na melhor forma de resolver.

Há momentos na liderança que não basta tomar decisões corretas - é preciso levar em consideração as necessidades das pessoas envolvidas. Por isso, nada melhor que conhecer com profundidade as pessoas com quem se trabalha para não criar, por descuido, um clima de tensão.

Invista na sua liderança aprendendo formas novas e mais eficazes de atingir seus objetivos e da organização, ajudando os liderados a desenvolverem e a se sentirem valorizados.

Lúcio Cesar Menezes



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DominicalNet

Página cristã com estudos bem elaborados para estudo e crescimento pessoal. Interessante para professores de EBD, mas muito útil para qualquer pessoa interessada em aprender.


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