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ReVendo

"...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo..."

Número 027, 07 de junho de 2001

Lúcio César Menezes

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Conteúdo

Família

Liderança


Família

Quando há falta de  romantismo num relacionamento é a mulher que, na maioria esmagadora das vezes, reclama.

Lembram-se, normalmente, da fase do namoro onde havia um grande investimento na relação. Eram presentes, passeios, elogios, carinhos, longos telefonemas e cartas.

Sentem saudades, especialmente, em de o clima agradável que caracterizava o namoro dava espaço para que as qualidades fossem muito valorizadas e os defeitos desprezados ou diminuídos.

Mas, é bom prestar a atenção para o fato de que nem sempre é o homem o responsável pela queda de romantismo e namoro no casamento. A observação de casais em fase intermediária do relacionamento, já com a presença de filhos, mostra que a mulher pode ser a maior inibidora do romantismo na relação.

Isso acontece quando a esposa/mãe só se preocupa em preencher as necessidades físicas e emocionais do(s) filho(s). Sua vida se resume em trocar fraldas, cuidar da alimentação, por para dormir, cercar de cuidados e mimos o filho querido. Todos os momentos são aproveitados para cuidar do(s) filho(s).

O esposo fica, então, em segundo ou terceiro plano. Entra e sai da casa com pouca ou nenhuma atenção e carinho. As conversas que ainda têm são sempre sobre o(s) filho(s) e suas necessidades.

Não saem mais para namorar, pois a mãe não aceita se afastar do filho - afinal, não é desnaturada! Quando conseguem sair, fazem tudo em função do filho.

Em casa, quando o marido tenta dar uns beijos é logo afastado, pois ela precisa terminar a comida do bebê, ou arrumar suas roupas, dar banho, brincar com ele.

À noite, encontra uma esposa indisposta e cansada, que gastou toda sua energia em função da criança. Precisa dormir para se recuperar!

A situação fica ainda mais séria nos casos em que a mulher também trabalha fora. O cansaço é maior e o tempo ainda menor para suprir as necessidades do marido e do(s) filho(s).

Alguns cuidados são necessários para colocar em ordem as prioridades do relacionamento:

1.      casal feliz e ajustado = filhos felizes: é correto o desejo de dar o melhor para os filhos. São herança do Senhor para qualquer casal. Cuidado apenas para não inverter as prioridades! Se a atenção for toda para os filhos, a relação marido/mulher se deteriorará e os aspectos negativos se refletirão nas crianças. Assim, é preciso investir tempo na relação principal, marido e mulher, para que a alegria repercuta nos filhos.

2.      tentativa de compensação /sentimento de culpa: muitas vezes há uma sensação de culpa por deixar o filho com empregados ou creche para trabalhar. A necessidade de renda dupla para que o nível de vida seja melhor acaba por diminuir o tempo disponível para a educação dos filhos. Isto, no entanto, não deve levar a outro erro. Afinal, será inútil estar muito tempo junto do filho e depois partir para uma separação. O fim da família causará um mal muito maior na estrutura emocional e psicológica da criança.

O dia dos namorados está chegando e nada melhor do que abrir espaço no relacionamento para expressões de carinho, afeto e amor. A reserva de tempo para o casal namorar e ser romântico é fundamental para o sucesso da relação.

Esposas, atenção. Avaliem se não estão inibindo ou dificultando o surgimento de momentos românticos e alegres em seu relacionamento. Como alguém já disse, a melhor forma de demonstrar amor pelos filhos é amando o cônjuge.

 

Lúcio César Menezes

 



Liderança

Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças (Ecles. 9:10)


Uma característica presente em líderes bem sucedidos é a busca da excelência. Sua atitude está voltada para o aperfeiçoamento e para o crescimento de sua capacidade de agir da melhor forma possível.

Há vários textos bíblicos que confirmam a visão de que um líder  sábio busca melhorar diariamente.

Não se trata de assumir a visão competitiva presente no mundo atual, onde ser o melhor significa, necessariamente, superar, derrotar ou diminuir os outros.

Significa fazer o melhor possível dentro de suas características e habilidades. Não é buscar comparações, mas dar o melhor de si em tudo que faz.

"A busca da excelência é gratificante e saudável", ensina Edwin Bliss, mas "a busca da perfeição é frustrante, neurótica e uma terrível perda de tempo". Jamais chegaremos à perfeição, mas sempre teremos espaço para crescimento e desenvolvimento pessoal e familiar.

Buscar a excelência não justifica, entretanto, uma postura de superioridade e orgulho. A motivação correta não é vencer outros a qualquer custo ou ser  melhor que alguém. A verdadeira excelência quer dizer que amanhã você estará melhor que hoje, que você faz o seu melhor, da melhor maneira possível.

Buscar a excelência, para líderes cristãos, significa descobrir e utilizar intensamente os dons espirituais dados por Deus para benefício da comunidade e para a Sua glória.

Finalmente, vale ressaltar que a busca pela excelência se verifica diariamente, na prática de tarefas simples, corriqueiras ou de grandes decisões. Qualquer tipo de tarefa pode e deve ser realizada com a visão da excelência. Na liderança cristã não há como afastar a noção de serviço, inerente à necessária atitude humilde de quem influencia pessoas para seguir o padrão superior de Cristo.

Qualquer que seja a atividade, é fundamental fazer o melhor possível, com todo o zelo e dedicação, não se contentando com menos.

Vale lembrar que as oportunidades passam e nem sempre se repetem. Por isso, fazer sempre o melhor em cada momento da vida ajudará a evitar arrependimentos futuros.

Lúcio César Menezes

 


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