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ReVendo

"...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo..."

Número 029, 21 de junho de 2001

Lúcio César Menezes

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Conteúdo

Família

Liderança


Família

A quantidade de separações e de relacionamentos medíocres leva a pensar qual o segredo dos casais felizes. Como todos casam pensando em ser felizes e estão (quase) sempre dispostos a se esforçar para evitar o fracasso no casamento, o que distingue os casais que permanecem unidos por longos anos? 

As palavras mais comuns são compromisso, muita alegria, solidariedade, respeito mútuo e um forte senso de unidade.

Jane Greener, PhD em relacionamentos, fez uma lista com algumas atitudes práticas que estão presentes nos relacionamentos saudáveis.

Vejamos quais são:

1. Usam linguagem e apelidos carinhosos: falar de forma carinhosa ajuda a manter o clima bom, mesmos em situações mais difíceis. Os apelidos (fofinho, gatinha, nega, branca, etc) criam uma ligação mais íntima e caracteriza um contato próprio e especial do casal. Aumenta a proximidade, leva à intimidade.

2. Fazem coisas juntos: Depois que a empolgação da lua-de-mel passa, o casal passa menos tempo na cama e começa a fazer muitas outras coisas. Há muitas variáveis numa relação, desde comunicação a envolvimento, mas estar juntos significa investimento para que a amizade se fortaleça. É importante ter tempo juntos para namorar, se divertir e se alegrar. Ir ao cinema, passear de bicicleta, lanchar ou jantar fora são exemplos baratos e fáceis de fazer.

3. Quando as coisas ficam difíceis, não correm para o colo de papai ou mamãe: a primeira tarefa do casal novo é desfazer a dependência dos pais e estabelecer os limites de seu novo lar. Não significa não ligar para eles, ou parar de visitá-los, mas que na hora da crise o casal deve tratar a questão entre si antes de levá-la aos pais. Isto evitará a desconfiança embutida nas frase muito ouvidas: "ele nunca foi verdadeiramente meu" ou "a mãe dela está sempre em primeiro lugar".

4. Mantém-se ligados com a família: este ponto não contraria o anterior. A ligação com a família (pais, primos, irmãos) valoriza os laços de sangue e dá um senso de continuidade na vida. A integração da família do marido com a família da esposa amplia as possibilidades de aprendizado e de conhecimento. É uma forma de compartilhar com o outro um pouco da sua história e de sua experiência. Ajuda, inclusive, a entender algumas das reações de cada um tem na nova vida em comum.

5. Discordam de forma construtiva: há discussões e discussões! Quando o casal começa a gritar, desrespeitar, jogar coisas e se agredir verbal ou fisicamente é que já estão bem longe do padrão civilizado e saudável de relação. Estudos sérios provam que a forma como um casal lida com conflitos é indicativo claro se ficarão ou não juntos. Casais bem sucedidos estabelecem regras para manter os conflitos sob controle, evitando reações desproporcionais e impensadas. Entre várias técnicas, usam o "pedido de tempo" quando percebem que estão perdendo o controle emocional e a discussão não está mais levando a nada. Respiram e se acalmam por um tempo combinado e, depois de refeitos, retornam para resolver as questões com tranqüilidade e inteligência.

6. Dão presentes: o amor é expresso de muitas maneiras, entre as quais se destaca a troca de presentes. É uma forma de preservar hábitos agradáveis que estavam presentes no namoro. É o cultivo de um ritual de respeito e interesse pelo parceiro.

7. Não perdem o bom humor: os imprevistos e as frustrações podem acontecer, mas não precisam transformar a relação em depressiva e triste. Se um casal já não consegue rir junto é sinal de que a relação está bem desgastada. Apenas um cuidado: rir juntos e manter o bom humor NÃO é ironizar ou fazer piadas sobre o outro. Nada "tiradas" que afetem a auto-estima como, por exemplo, careca, gordura, altura, entre outras.

8. Levam a sério a promessa de que estarão juntos na fase boa e na fase ruim: compromisso com a relação é fundamental. Só estar disponível nos momentos agradáveis é fácil, mas o casamento implica na presença integral nos momentos difíceis e mais complicados. Casais que vivem bem tendem a não fazer ou dizer algo que aumente o sofrimento do outro. Se ele perdeu o emprego, nada de falar que é um inútil ou irresponsável. Se ela bate o carro, nada de dar mais valor ao prejuízo financeiro que à esposa. Sabem que podem contar com o outro e que os problemas e as pressões externas podem ser enfrentadas por estarem juntos.

Uma avaliação do relacionamento com base nos itens relacionados ajudará a melhorar e/ou manter a qualidade do casamento.

As atitudes relacionadas pelos casais entrevistados podem ser introduzidas e aperfeiçoadas por qualquer outro casal. É, antes de tudo, uma questão de acreditar que funcionam e decidir colocar em prática.

 

Lúcio Cesar Menezes 


Liderança

Uma das marcas do líder bem sucedido é a capacidade de saber o seu valor pessoal diante de Deus e diante de seus liderados.

Está ciente de que precisa investir tempo e estudo em aspectos que ainda precisam de desenvolvimento, de que não é possível dominar todas as áreas do conhecimento e de que pode ser ajudado por outras pessoas nas áreas em que não é tão capacitado.

Sabe também que possui limitações e defeitos, mas não permite que turvem sua visão a ponto de se considerar incompetente ou despreparado para crescer na área da liderança.

A percepção correta que o líder deve ter sobre seu valor pessoal se manifesta em dois aspectos:

  1. Conhecer as habilidades e limitações.
  2. Ter em mente que a sustentação de qualquer ministério vem de DEUS, por meio de sua graça e amor.

Sem essa visão, o líder estará alternando a motivação de seu ministério. Às vezes, ficará entre o MEDO e o ORGULHO. Outras vezes, entre a INSEGURANÇA e o EXCESSO DE CONFIANÇA.

Deus é quem capacita para o trabalho, especialmente na liderança eclesiástica. Líderes com baixa auto-estima acabam por se proteger atrás de ativismo, usando o ministério como uma forma de compensação e justificação. Outros, no entanto, ao não reconhecerem a atuação espiritual de Deus, regozijam-se e orgulham-se como se os resultados alcançados fossem apenas decorrentes de sua habilidade e carisma.

Nisso reside a importância de o líder ter uma percepção adequada, que trabalhamos e/ou ministramos como servos chamados por Deus e não com a motivação de esconder uma possível baixa auto-estima.

Líderes equilibrados e com a percepção correta de seu valor no trabalho eclesiástico afastam ou diminuem, sensivelmente, os exemplos negativos de manipulação, orgulho, prepotência e arrogância. Os resultados começam a aparecer e o trabalho cresce com naturalidade e alegria.

Lúcio Cesar Menezes

 


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