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ReVendo

...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo.

 

Produzido por Lúcio Cesar Menezes

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Falar é bom, mas não esqueça de ouvir!

Sempre que se fala sobre harmonia conjugal é preciso abordar a questão da comunicação. Não há dúvida que todos precisamos aprender a nos comunicar melhor e que, se o fizermos, teremos uma relação muito mais agradável em família.

Basicamente, precisamos lembrar que a comunicação envolve um emissor, uma mensagem e um receptor. Parece simples: digo o que quero, você ouve o que eu disse e compreende perfeitamente. Infelizmente a vida não é tão simples assim! Há variadas razões para explicar os desencontros de comunicação e os transtornos que dele decorrem. Vejamos alguns:

Só de olhar para a lista é possível ver que conseguir uma comunicação eficaz exige das pessoas mais que simples boa vontade. Há muitos fatores envolvidos, externos e internos, complicados ou não pela situação emocional da pessoas envolvidas.

A comunicação se estabelece na família (entre o casal e com os filhos) de forma correta ou incorreta - não deixamos de nos comunicar um só momento! A cada instante estamos passando informações para os que nos cercam sobre o  nosso estado de espírito,  nossas prioridades,  nossos valores. Se calamos, comunicamos a vontade de fugir da questão, de não nos envolver ou de não perder o controle. Se gritamos, comunicamos irritação ou falta de paciência, talvez desrespeito e agressividade. Se ironizamos, comunicamos presunção e orgulho, quem sabe até desprezo pelas idéias contrárias.

O desafio, portanto, para pessoas que desejam incrementar a qualidade de seu relacionamento familiar é buscar a forma mais eficaz de comunicação.  Há muito o que fazer. A primeira atitude deve ser mudar a noção de a comunicação melhora quando se fala mais. Na verdade, boa comunicação está mais relacionada com ouvir mais. 

Marido e mulher encontram dificuldades crescentes no relacionamento por não encontrarem um ponto de equilíbrio na comunicação. Alternam, basicamente, duas atitudes:

Essas posições extremadas devem ser evitadas se desejamos uma comunicação eficaz. Quem fala demais, monopolizando a conversa, deve ouvir mais. Quem fala menos, fugindo dos assuntos relevantes, deve se expor mais e demonstrar interesse pelos problemas da relação.

Ouvir mais significa reconhecer que o outro também tem importantes contribuições para a relação. Que idéias produtivas podem surgir do interlocutor. Significa, também, disciplina para ouvir as razões da outra parte. Há um provérbio que diz que responder antes de ouvir é tolice. É permitir-se tomar decisões e fazer julgamentos sem ter conhecimento de toda a situação, das dificuldades do outro, das circunstâncias, das emoções e das dificuldades pelas quais o parceiro pode estar passando.

Ouvir mais significa inteligência. Afinal, é uma forma eficiente para descobrir o que realmente está por trás das atitudes e reações do outro. É uma oportunidade para desvendar as motivações e parar de ficar discutindo sobre coisas sem importância, enfrentando as questões realmente sérias da relação.

Ouvir não é fácil. Há a necessidade de aprender técnicas e colocar em prática diariamente. Antes de tudo, entretanto, é preciso estar convencido de que ouvir é mais importante que ficar falando o tempo todo! Se você não acreditar nisto, de nada adiantarão as técnicas que podem melhorar a capacidade de ouvir.

Nos próximos números do ReVendo estaremos indicando algumas técnicas. Esperamos que sejam úteis para a melhoria da relação familiar e, se possível, de outros relacionamentos. 

Lúcio César Menezes


 

Liderança

Apresente-se aprovado!

Uma das orientações de Paulo a um líder em desenvolvimento foi para que se apresentasse como obreiro aprovado, que não tem do que se envergonhar(II Tim. 2:15). Alguém que sabe o que deve ser feito e não se furta de cumprir seu dever.

É uma instrução desafiadora a qualquer líder. O que está envolvido na tarefa de ser um líder aprovado? Que padrão deve ser utilizado para medir o líder? Alguém será capaz de preencher as expectativas de Paulo e ser considerado um líder aprovado?

São questões difíceis de responder. Uma coisa é certa, no entanto: um líder não pode se acomodar, pois estará sendo constantemente avaliado, testado e aprovado ou não! 

Um líder deve ser aprovado:

1. NO RELACIONAMENTO INTERPESSOAL: deve saber se relacionar bem com seus liderados. É alguém que reconhece e valoriza as qualidades das pessoas, incentivando-as e motivando-as a crescer. Busca facilitar a troca de informações, dialoga, respeita as posições e idéias diferentes. Aproveita os dons e talentos dos para que sua área  ministerial se desenvolva cada vez mais.

2. COMO UM FACILITADOR: em vez de pretender saber tudo e resolver todas as questões, o líder aproveitará as qualidades de sua equipe para encontrar soluções criativas e eficazes. Deve saber criar um clima de satisfação e alegria, capaz de permitir a todos desenvolver todo seu potencial. Deve ir à frente abrindo espaços, de modo que sua área concentre suas energias na consecução dos objetivos sem perder tempo com resolução de problemas menores. Sua postura de facilitador deverá, com o tempo, fortalecer a postura proativa da equipe, sempre inclinada a buscar as melhores soluções para suas dificuldades pensando também nas necessidades das outras pessoas com as quais se relaciona.

3.    PELA JUSTIÇA: nada pior do que um líder injusto. Tal atitude desestrutura qualquer trabalho em equipe. É fundamental investir em decisões justas e corretas em todas as situações. Para isto, ouça com muita atenção todas as partes envolvidas. Antes de decidir, certifique-se de que tem todas as informações necessárias, de que ouviu todos os envolvidos e de que não está decidindo apenas levado pela emoção. 

4.     CAPACIDADE DE DAR NOVAS OPORTUNIDADES: um erro ou uma falha não devem ser motivo para descartar um liderado definitivamente. A precipitação em se livrar de pessoas que erraram, ainda que sob o argumento da qualidade, é muito perigosa. Na verdade, os erros podem ser um meio excelente de aprendizado. Conta-se que um grande empresário perdeu milhões de dólares pela ação inexperiente de um de seus comandados. O liderado foi chamado à sala do empresário, certo de que levaria uma bronca e perderia o emprego. Após ouvir a devida reprimenda, foi orientado a voltar ao trabalho e não mais cometer erros tão graves. Curioso,  perguntou se não seria despedido mesmo com o prejuízo que tinha causado. O empresário, olhando firmemente em seus olhos, respondeu: Despedido? Treinar você me custou muito caro. Não é agora que você sabe o que não deve fazer que vou demití-lo! 

O grande desafio é estar em constante desenvolvimento. Estar aprovado é buscar, a cada dia, uma  avaliação séria sobre sua liderança. Os avanços da sociedade exigem líderes disposto a aprender diariamente e a buscarem as melhores soluções. Apresentar-se aprovado, portanto, não é uma opção, mas um imperativo para os líderes que desejam ser exemplo na vida cristã. 

 

Lúcio César Menezes


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