| ReVendo
...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo.
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Produzido por Lúcio Cesar Menezes |
Brasília,
Família
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Os custos da raiva não controlada Lúcio César Menezes
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Esta semana estava relendo alguns textos que tenho arquivado e
encontrei um bastante interessante sobre os custos da raiva.
A linguagem dos custos é, muitas vezes, mais forte e chama mais
atenção.
O texto foi escrito por Jerry Schmoyer
em uma séries de artigos para a Main Street Baptist Church.
Vejamos o que
ele nos ensina.
Segundo o
autor, deve-se perceber que sempre há um custo relacionado à raiva, seja do
lado daquele que está irado, seja para os que convivem com ele.
1.
Custo físico -
especialistas afirmam que entre 60% e 90% de todas as doenças decorrem de
problemas emocionais, entre os quais a raiva é uma das que tem carga emocional
mais forte. Quando a pessoa se vê encurralada pelos sentimentos amargos e
angustiantes da raiva, acaba sofrendo mais do que a pessoa que provocou a situação.
A raiva pode estimular a liberação de tanta adrenalina que causa dor de cabeça
e até problemas cardíacos.
2.
Custo social - Quando não
se lida bem com a raiva há perda de energia emocional. Em vez de ter energia
suficiente para lidar com os problemas normais da vida, a pessoa sente-se
esvaziada por estar gastando toda sua energia para alimentar a raiva.
É como sugar toda a energia de uma bateria - quando for necessária, não
servirá por estar vazia. Quando as emoções não são tratadas adequadamente,
perdemos o controle racional e permitimos que os sentimentos nos controlem. Isto
pode ser desastroso e afastar as pessoas de nosso convívio.
3.
Custo espiritual - o custo
maior e mais grave está na área espiritual.
Abre espaço para a atuação demoníaca (conforme Ef. 4:26-27), pois se
sustenta no desejo de vingança e no ódio. É uma atitude que inibe a atuação
do Espírito, pois contraria o que resulta como fruto do Espírito (Gal.
5:22-23). Quando se está cheio de raiva, não é possível expressar amor ou
consideração pelos outros.
Quanta perda
de dinheiro e de relacionamentos já se experimentou pela falta de controle
emocional?
Respostas
impulsivas já fizeram muitos perderem um emprego. Explosões temperamentais já
levaram muitos a passar vergonha e ter que se desculpar pela inconveniência.
Casamentos já
foram desfeitos pela irracionalidade, pelas agressões verbais ou físicas
causadas pelo descontrole emocional.
Quantas úlceras
ou enfartos já não aconteceram pela raiva incontrolada no trânsito?
É bom lembrar
que o ser humano é dotado da capacidade de decidir e escolher sua reação aos
problemas. Pode deixar-se levar pelos sentimentos e pelo impulso ou pode
escolher a resposta adequada a cada problema.
Pensar antes
de falar, respirar fundo, perguntar antes de formar opinião são algumas providências
simples que podem poupar muito dinheiro e preservar a saúde.
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Não relaxe! Há muito a conquistar. Lúcio
César Menezes
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É
comum a instituição ver a chegada de um novo líder cheio de idéias, motivado
e com muita energia.
Promove
mudanças importantes e melhora a vida da organização. O ambiente fica mais
agradável, mais cordial, novos projetos são lançados, há uma injeção de ânimo
que contagia a maioria.
Alguns
meses (ou anos) depois se estabelece um novo patamar de acomodação e começam
a reaparecer os sintomas de desmotivação e de estagnação.
Geralmente
o líder é o principal desencadeador da situação.
Feliz
e realizado pela inicial melhora no desempenho da instituição, começa a
relaxar e a gozar dos louros da vitória. Deleita-se nos elogios, nos tapinhas
nas costas e nos sorrisos.
A
vida continua e um processo de constante mudança faz com que o sucesso do
passado não garanta a estabilidade no presente.
Há alguns sinais indicativos
de que o líder está sendo ultrapassado pelas mudanças naturais da empresa:
1.
Já fui bom
nisso - vive
recordando e contando as mesmas histórias de sucesso de vários anos atrás. Não
apresenta nada de novo, mas sustenta sua apresentação naquilo que já foi.
2.
Saudosismo -
gosta de recordar o passado como sendo a melhor fase de sua vida, onde foi mais
reconhecido e onde foi mais competente. O passado é que era bom, as pessoas
eram melhores e mais motivadas, o
país progredia mais etc.
É
importante estar atento para não ficar parado no tempo e ser atropelado pelas
novas idéias e pelo novo contexto em que se está vivendo. Ficar se gloriando
de sucessos passados pode levar o líder à síndrome de "aposentado",
quando não há mais nada a ser conquistado ou feito e as realizações do
passado são o único tesouro que resta.
A
liderança exige crescimento e progresso diários, atualização de
conhecimentos, relacionamentos mais estreitos, novos desafios, novas idéias.
Exige
metas bem elaboradas e definidas, capazes de deixar claro ao líder quais as
decisões que contribuirão com o futuro da instituição e as que serão
prejudiciais.
A
velocidade com que as mudanças ocorrem atualmente é impressionante. Há apenas
dez anos, só havia possibilidade de usar telefone celular no Rio de Janeiro.
Para ter direito, o interessado tinha que depositar uma caução de $ 22.ooo,00
(vinte e dois mil dólares)! Hoje, o serviço é extremamente popular e bem mais
barato.
A
internet era inacessível, cara e lenta. Hoje atinge milhões de brasileiros e
cresce de forma vertiginosa. Hoje quase ninguém escreve manualmente,
utilizando-se do computador para tudo. O máximo que se faz é assinar o talão
de cheques, já que o preenchimento é feito por uma máquina.
Ficar vivendo do passado, como diz o provérbio popular, é para museu.
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