| ReVendo
...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo.
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Produzido por Lúcio Cesar Menezes |
Brasília,
Família
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Fazendo o amor permanecer. Norman e Ann Bales |
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Em dezembro iremos celebrar nosso quadragésimo segundo aniversário,
se Deus permitir. Ainda nos amamos? Pode apostar que sim!
Amamos um ao outro apesar de, quando tínhamos 16 anos de casados,
termos passado por um problema gravíssimo que quase fez desmoronar o
relacionamento. Recolocamos a relação nos trilhos e crescemos muito no
reconhecimento do valor mútuo.
Juntos identificamos sete princípios que nos ajudaram a alcançar
tantos anos de casamento.
1.
Compromisso - Quando
casamos fizemos uma promessa solene de que viveríamos um para o outro na beleza
da santidade até que a morte nos separasse. Nós cremos nas palavras que
dissemos e as honramos até hoje.
2.
Romance -
Não, não mantemos o mesmo nível de intensidade que existia nos primeiros
dias. Costumávamos sentar tão juntos no carro que parecia ser necessário dois
para dirigi-lo. Hoje, o romantismo se manifesta em pequenos gestos - um carinho
nos pés, uma massagem nas costas, uma rosa mesmo sem motivo especial ou um cartão
de apreciação.
3.
Sorrisos -
Falhamos e agimos mal algumas vezes. Olhamos para o lado divertido de situações
sérias. Praticamos o bom humor e evitamos críticas.
4.
Andamos juntos -
gostamos de fazer coisas juntos enquanto outros parecem gostar de ficar
sozinhos. Às vezes olho as plantas
com ela. Outras vezes ela olha ferramentas comigo.
5.
Controle da raiva
-
Ainda estamos tentando nos aperfeiçoar nesta área, mas tivemos de
aprender formas saudáveis de lidar com a raiva. É especialmente importante
esvazia-la, de modo que a intensidade possa ser diminuída.
6.
Comunicação -
mesmo depois de quarenta anos de casamento não podemos dizer que já dominamos
a arte da comunicação. É claro, às vezes já sabemos como o outro vai
terminar uma frase, mas para ser honesto, há certas ocasiões que desejamos
dizer: "Em que planeta você está?".
7.
Perdão -
Trabalhamos nosso relacionamento durante o problema que quase nos separou
aprendendo a perdoar. Ainda que não tenhamos voltado a enfrentar um problema de
tal magnitude, o exercício constante do perdão ainda é necessário.
Continuando a aplicar tais princípios, desejamos comemorar os cinqüenta
anos de casados e, quem sabe, até mais.
Esperamos que nosso amor cresça e se torne mais profundo a cada
dia.
Traduzido por Lúcio César Menezes
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Ambiente cheio de
negativismo. O que fazer? Lúcio
César Menezes
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O
clima de negativismo pode ser enfraquecido com a ação direta e objetiva da
liderança.
A
omissão só servirá para tornar o clima ainda mais pesado e desagradável. Não
há dúvida que enfrentar questões pessoais geradoras de negativismo é
desgastante. Muitos líderes se vêem envolvidos com o clima negativo e vão
perdendo o controle da situação justamente por se deixarem levar pela ilusão
de que não será preciso confrontar a situação.
A
experiência mostra que é preciso enfrentar as questões sensíveis para
resolver os problemas.
Em
primeiro lugar, é preciso esclarecer
as expectativas. O que
as pessoas esperam da organização? O que esperam dos líderes? Quais seus
sonhos e projetos? Onde a família entra na história? É importante conhecer
as expectativas dos liderados para agir de forma eficaz.
Em
segundo lugar, melhore a comunicação
com as pessoas. Deve-se
melhorar a qualidade e a freqüência do diálogo. Encontros informais, cafés,
lanches, confraternizações são momentos que podem ser aproveitados.
As reuniões devem abrir espaço para manifestações e estimular a
participação de todos. Acredite, por mais que se faça para ampliar a
comunicação sempre haverá espaço para desentendimentos e falta de
compreensão. Sendo assim, não pare de investir em uma comunicação mais
aberta, mais aberta e eficiente.
Em
terceiro, construa confiança.
Os liderados devem saber que podem confiar em sua palavra. Nada de estimular a
comunicação e usar as informações para punir ou manipular. A coerência
entre o discurso e a prática é fundamental.
Finalmente,
envolva as pessoas
nas decisões que precisam ser tomadas. Mostre que elas são importantes e que
o comprometimento delas é valioso para a organização. Se elas estiverem
participando das decisões e perceberem que suas opiniões têm valor, estarão
mais comprometidas e terão menos tempo e interesse em falar mal da organização.
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