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ReVendo

...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo.

 

Produzido por Lúcio Cesar Menezes

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        Comunicação e sexo (3)

Lúcio  César Menezes

       

 

 

    Uma das qualidades mais valorizadas em um cônjuge é a amizade. Saber que há uma amigo ao lado, alguém em quem se pode confiar, uma pessoa capaz de dedicar tempo  para ouvir suas necessidades e suprir suas carências é confortador. Entre outras vantagens óbvias, permite que você se exponha e não se envergonhe de suas carências e limitações.

    Quando os parceiros se vêem como amigos tudo fica mais fácil de lidar, inclusive as crises normais da vida conjugal. A percepção de que o outro está interessado no seu bem estar contribui para um ambiente alegre e tranqüilo .

    Há algumas coisas que se espera de um amigo.

1.      comunicação – alguém em que se pode confiar, abrir o coração e pedir apoio.

2.      Encorajamento – alguém que incentiva, que dá força, que está presente nos momentos mais necessários.

3.      Compromisso – alguém que não falha na hora da crise, que não se ausenta e não desiste diante da primeira dificuldade.

    As três características acima resumem um processo que conduz ao fortalecimento dos laços conjugais capaz de evitar qualquer possibilidade de divórcio.

    A comunicação tem a ver com conhecimento. A relação sexual significa um momento de intimidade tal que deve levar ao total conhecimento entre os parceiros. Não apenas o conhecimento resultante da nudez física, mas o conhecimento decorrente da transparência emocional e psicológica. Na palavras de Dick Purnell (Um cônjuge amante e amigo, Ed. Candeia, 1996), “No casamento temos a liberdade de nos dar completamente, sem reservas, nos sentindo ‘nus, e não nos envergonhando’ diante de nosso cônjuge. Em vista do compromisso por toda a vida, um relacionamento de amor plenamente confiante pode desenvolver-se sem o temor de ser julgado aceitável ou inaceitável pelo parceiro. A aceitabilidade por toda a vida faz parte do compromisso conjugal, não havendo portanto medo de deserção e rejeição.”

    O encorajamento se manifesta pela palavra de apoio sem falsidade. É exteriorizado pelos elogios, pelo carinho, pelo ombro amigo, às vezes pela presença sem palavras. É a certeza de que os dois estão juntos contra tudo e contra todos, revelando uma relação de apoio recíproco.

    O compromisso fecha o ciclo com a postura decidida de lutar pela relação independente de circunstâncias difíceis. A paixão pode passar ou diminuir, mas a amizade vai sustentar  o relacionamento. Sua reação diante dos problemas não é apenas emocional, limitada ao desejo de “sempre se sentir bem”, mas se baseia no respeito às necessidades e carências do parceiro e no compromisso de investir na relação.

    O resultado de um ambiente cheio de comunicação, encorajamento e compromisso é alegria e paz. Um ambiente que lembra o tempo de namoro, onde o desejo maior de cada um era suprir as necessidades do outro. O clima se torna favorável ao bom humor, à descontração e à diminuição do estresse da vida. O lar pode, assim, cumprir um papel fundamental – o lugar de recuperação das forças.

Em outras palavras, este é o clima propício ao namoro e, em conseqüência, ao ato sexual mutuamente satisfatório. Um clima que nos deixa desarmados, abertos a sensações e descobertas emocionais, dispostos e sem medo de ser rejeitados ou considerados inadequados.

    Alguns passos simples podem ajudar a criar esse clima:

a)   ouça com atenção e sem pressa

b)   não deixe os problemas se acumularem – é mais fácil lidar com pequenas questões que ter que escalar uma montanha de pendências

c)   cuide de pequenas coisas – deixe bilhetes, mande flores, mande e-mail, telefone, compre presentes e seja criativo.

    A proximidade alcançada vai dar um tempero muito mais gostoso ao relacionamento sexual. No mais, é só aproveitar!


Liderança

Uma questão de (boa) atitude!

Lúcio César Menezes

 

Há muitas características que podem ser destacadas e examinadas na vida de líderes que deram certo. Há também muitos ensinos que podem ser auferidos quando se examinam os líderes que falharam ou, em determinado ponto da jornada, desfaleceram.

Esta semana li um artigo muito interessante escrito por um pastor americano, James May.  Para cada letra inicial da palavra liderança (leadership) ele desenvolveu algumas idéias valiosas.

Uma delas me chamou a atenção de forma especial - ATITUDE. O líder deve ter uma boa atitude para influenciar positivamente as pessoas com as quais se relaciona.

Suas ações estão diretamente relacionadas com a forma como você vê o mundo. Se sua visão é positiva, sua atitude demonstra alegria, criatividade, compreensão, humor, disponibilidade e humildade. Se é negativa, se destacarão a impaciência, a raiva, a reclamação, a murmuração e a tentativa de por a culpa por seus fracassos nos outros.

Pesquisas sérias demonstram que a maior parte das pessoas perdem o emprego por uma questão de atitude e não por falta de capacitação ou esforço. Estão sempre insatisfeitos e reclamando de tudo, colaborando para um clima ruim no ambiente de trabalho.

Segundo as estatísticas, o percentual chega a 90%.

Em outras palavras, sua atitude é mais importante que sua idade, seu peso, sua raça, sua inteligência, sua experiência, seus amigos, seu Q.I.  ou qualquer outra coisa.

Na igreja a atitude é ainda mais importante. Se você chega de mau humor, reclamando e ventilando sua chateação, logo outros estarão sendo influenciados e ficarão tristes e desanimados. Ande com pessoas de bem com a vida e você se alegrará. Ande com os reclamões e você logo se tornará um deles.

Agora imagine um líder que vive se lamentando, que trabalha demais, que não tem tempo pra nada, que exigem muito dele, que é um injustiçado e que não sabe como ainda continua na igreja (ou organização). Como estarão os que trabalham com ele? Que reflexos tal atitude terá sobre os projetos que precisam ser desenvolvidos? Certamente não é a atitude construtiva que um líder bem sucedido deve ter!

Cuidado com o que fala e como fala! Liderar exige uma atitude positiva, deixando claro a todos que você se sente chamado para o serviço, que se alegra em ser útil e que está disposto a dar o melhor para abençoar os outros.

Escolha ter uma atitude positiva diante da vida e de seus problemas, mesmo que as circunstâncias não sejam as melhores. Encare os problemas como desafios e oportunidades para crescer e para ajudar outras pessoas.

Vez por outra encontro algumas pessoas assim. Já citei em um outro número do ReVendo o exemplo de um palestrante que se apresentou de forma tão negativa que estragou todo o restante do encontro com sua atitude ruim. Afinal, como esperar liderados motivados e dispostos se o líder só vive triste e lamuriento?

A atitude é uma questão de escolha pessoal. Podemos escolher ser positivos, otimistas e ajudar com soluções criativas ou negativos, pessimistas e gerar problemas para nós e para os outros.

A escolha que fizermos afetará toda nossa vida e, conseqüentemente, nossa liderança.


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