ReVendo

...não que já seja perfeito, mas prossigo para o alvo.

 

Produzido por Lúcio Cesar Menezes

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Terceira Igreja

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Brasília,

Número 049

Família

        Entregue-se um pouco mais!

Lúcio  César Menezes

       

 

 

              

    Já que o diálogo melhorou, certamente o ambiente em casa está mais agradável e "light". Os elogios e as demonstrações de carinho estão mais freqüentes, desarmando muitas das situações que antes geravam discussões e brigas.

    O clima mais ameno é terreno fértil para  germinar respeito e compreensão entre os cônjuges. Surge, então, um outro aspecto importante para um relacionamento sexual de boa qualidade: é preciso se entregar, se abrir às sensações e ser transparente com o outro. O casamento, na perspectiva bíblica, significa doação. Duas pessoas se unem de forma tão completa que passam a ser vistas como uma só carne. Em outras palavras, não há mais espaço para o "meu" e o "seu", mas deve-se estabelecer o domínio completo do "nosso".

    No entanto, percebe-se que esse nível de entrega e abertura não está sendo alcançado pelos casais. Há muita reserva, muitos segredos, muitos campos que só são explorados por um dos dois. Verifica-se uma exclusão do parceiro em áreas importantes da vida do outro.

    A ausência de integração dos dois se manifesta em várias áreas.  A que exemplifica melhor é a financeira, ilustrada pelas afirmações de "meu dinheiro" ou "meu salário". A visão separatista acaba refletindo diretamente no nível de entrega da relação sexual. Os parceiros entram motivados a obter sua própria satisfação, despreocupados com as necessidades e expectativas do outro. Prevalece a visão do "meu prazer" antes de tudo.

    Há várias razões para explicar a dificuldade que temos em nos entregar plenamente em um relacionamento:

  1. medo - a possibilidade de perda, de "ficar nas mãos" do outro. Se eu me abrir posso sofrer mais, ser incompreendido,  riscos que não desejo correr;
  2. egoísmo - entro na relação para ganhar, para usufruir, para receber, para ser amado, para me dar bem. A relação gira em torno de meus interesses, de minhas necessidades. Desejo conseguir o prazer da forma que acho melhor e mais prática ou fácil para mim. Não me interesso em saber o que pode agradar o meu cônjuge.
  3. julgamento/preconceito - olho as necessidades e solicitações do outro com preconceito. Julgo-as impróprias e  injustas. Se o marido, por exemplo, quer sexo mais vezes considero que ele é exagerado ou imoral.
  4. punição/manipulação - se desejo ter poder de manipular ou punir o outro não devo mostrar meus pontos fracos. Devo, na verdade, descobrir o que machuca o outro e explorar.

Um relacionamento sadio deve ser capaz de suprir um desejo comum às pessoas: envolver-se numa relação que gere excitação, intimidade e proximidade. Isto não pode ser alcançado adequadamente em relacionamentos nos quais as pessoas estão fechadas e encolhidas.

Quanto mais nos sentirmos seguros em abrir o coração para o outro melhor será o ajustamento sexual. Não se trata apenas de dominar técnicas, de saber onde pegar ou de como conduzir uma relação. Está na base, no fundamento: a confiança entre os dois é tão grande que a intimidade sexual é um momento de raro prazer e intimidade.

            Sexo é entrega, é doação, é fazer o melhor para agradar o outro. Antes de buscar o prazer, é dedicar tempo para tornar a vida do cônjuge um prazer quase que "insuportável".

Liderança

Automotivação - o segredo do sucesso.

Alessandro Fernandes

Hoje em dia o que não falta é material de apoio para o desenvolvimento pessoal dentro do competitivo mercado de trabalho.

Textos, artigos, revistas e livros sem fim acrescentam informações, muitas realmente importantes, para um melhor desempenho.

Nada, realmente nada funciona sem envolvimento e motivação.

Envolvimento é tomar toda e qualquer atividade como se fosse sua.

Se você é vendedor, a empresa que representa é a sua empresa, sua missão, seus objetivos, são os mesmos que os seus.

Você, em qualquer lugar que estiver, é a imagem da "sua empresa", seja perante um cliente ou junto a seu grupo de amigos, você se orgulha do que faz e da empresa que representa.

Motivação, ou melhor, auto-motivação, é a vivência diária desse envolvimento.

Esperar da empresa o reconhecimento do que se faz é realmente lógico, mas vem em segundo lugar.

Ter grau máximo de satisfação e orgulho do que se faz, buscar a realização do "sempre pode se fazer mais", nunca se acomodar com o que está realizado, e acima de tudo transmitir esse sentimento, essa sensação, a toda a sua equipe, vai lhe garantir motivação incondicional.

Esperar sempre de você, na busca da auto superação, em qualquer tarefa, isso sim, garante motivação constante, independente das condições externas.

Não se esqueça de que tudo começa de dentro para fora, incluindo aí otimismo, alegria, satisfação e motivação.

                                        Votos de sucesso a todos,

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